Infelizmente eu estava no Rio e não pude participar do encontro na Padaria, descrito pelo Murilo no último post, mas tive a chance de reencontrar o Mauro aqui no Rio na casa do Botto, no dia 28/04, junto com o Filipe, que também estava no Rio e perdeu o encontro da padaria.
Como não podia deixar de ser, o encontro foi maravilhoso, regado a boas cervejas e bate-papo cervejeiro de alta qualidade. Provamos algumas cervejas do Botto (Munich Dunkel e Rauchbier) e também as cervejas que o Mauro levou na Padoca (Hop Wine e Weiss) e sua American Brown Ale. Tomamos também uma Tripel bem legal feita pelo Everdan, da ACervA Capixaba.
As cervejas do Botto dispensam apresentação. Tanto a Munich Dunkel quanto a Rauchbier (famosa Feiticeira) estavam excelentes.
Já havia provado a Hop Wine no concurso do ano passado em BH, e ao provar ontem cheguei a conclusão de que ela é a melhor cerveja produzida no Brasil. Apesar dos mais de 100 IBU e 11,7% de álcool, o equilibrio e o drikability desta cerveja são impressionantes, tornando-a perigosamente fácil de beber. O lúpulo é o destaque nesta cerveja, tanto no aroma quanto no sabor. Não é a toa, pois segundo o Mauro foram utilizados no total 500g de lúpulo para 40 litros, quantidade normalmente utilizada na produção de mais de 1000 litros de uma pilsen comercial.
A weiss também merece destaque. Utilizando fermento líquido e 50% de malte de trigo e 50% de malte Vienna, a cerveja estava simplesmente maravilhosa, muito melhor do que qualquer cerveja de trigo comercial produzida no Brasil e tão boa quanto as melhores alemãs.
brindando com a Munich Dunkel do Botto.
Em detalhe as cervejas que tomamos de "saideira".
Bem, se eu estava triste por não ter participado do encontro na Padaria, ontem tive o meu consolo. Além disto, não posso reclamar desta viagem, pelo menos cervejeiramente falando. No dia anterior, fui com o Botto na Beer Taste, uma loja maravilhosa na Barra da Tijuca, onde tomei várias Hoegaarden Grand Cru, uma Chimay Tripel, um pouco de Duvel e provinhas da Westvleteren Blond e da especialíssima Samuel Adams Utopias (valeu Leo!).
Um abraço!