Vários já entraram em contato, se cadastraram na lista e vão começar a fazer cerveja, ou seja, atingimos nosso objetivo de divulgar a Cerveja Caseira e Artesanal.
domingo, 2 de novembro de 2008
Ainda sobre o Workshop!
Depois de muita demora, posto aqui algumas fotos do Workshop que teve por volta de 50 pessoas.
domingo, 26 de outubro de 2008
Workshop foi um sucesso!
Caros,
Nosso workshop foi um sucesso. Acredito que conseguimos transmitir a mensagem!
Como eu disse no workshop peço que aqueles que tiverem interesse cadastrem-se na lista de discussão cervejeirosfloripa@googlegroups.com. É só mandar um email para cervejeirosfloripa-subscribe@googlegroups.com que você irá começar a participar de nossas discussões.
Dentro em breve, colocarei o resultados dos sorteios e algumas fotos.
Muito Obrigado e que novos cervejeiros tenham sido "batizados" ontem! :D
Murilo
Nosso workshop foi um sucesso. Acredito que conseguimos transmitir a mensagem!
Como eu disse no workshop peço que aqueles que tiverem interesse cadastrem-se na lista de discussão cervejeirosfloripa@googlegroups.com. É só mandar um email para cervejeirosfloripa-subscribe@googlegroups.com que você irá começar a participar de nossas discussões.
Dentro em breve, colocarei o resultados dos sorteios e algumas fotos.
Muito Obrigado e que novos cervejeiros tenham sido "batizados" ontem! :D
Murilo
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Workshop - Atualização
O grande mestre Claudio Zastrow, um dos palestrantes do Workshop e novo mestre-cervejeiro da Schornstein, anunciou que irá sortear entre os presentes no evento 3 jóias.
São 3 cervejas produzidas pelo mosteiro trapista de Saint Sixtus, na cidade de Westvleteren, na Bélgica, a Westvleteren 6, a 8 e a 12.
Elas sãos as cervejas trapistas mais raras e mais celebradas, isto porque, além de serem consideradas as melhores, têm uma produção muito menor do que as demais.
A Westvleteren 12 é considerada a melhor cerveja do mundo pelo ratebeer, e realmente é uma cerveja espetacular.
Westvleteren 12
São 3 cervejas produzidas pelo mosteiro trapista de Saint Sixtus, na cidade de Westvleteren, na Bélgica, a Westvleteren 6, a 8 e a 12.
Elas sãos as cervejas trapistas mais raras e mais celebradas, isto porque, além de serem consideradas as melhores, têm uma produção muito menor do que as demais.
A Westvleteren 12 é considerada a melhor cerveja do mundo pelo ratebeer, e realmente é uma cerveja espetacular.
Westvleteren 12As cervejas da Westvleteren são famosas também por não possuirem rótulo. Todas as informações estão gravadas na tampinha. E outro fato interessante é que, para comprar a cerveja, deve-se ligar para o Mosteiro e agendar a retirada, de acordo com a disponibilidade de cervejas. Geralmente forma-se uma fila kilométrica de carros na porta do mosteiro para retirar a cerveja. Os monges ainda advertem que revender a cerveja é proibido... mas nem todos respeitam este pedido e ela é revendida no mundo todo.
Boa sorte aos participantes, que além destas cervejas estarão concorrendo a um kit de extrato de malte para a produção de uma Mild Bitter, oferecido pela Brazilways.
Boa sorte aos participantes, que além destas cervejas estarão concorrendo a um kit de extrato de malte para a produção de uma Mild Bitter, oferecido pela Brazilways.
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
Workshop "Produção Caseira de Cervejas Especiais"
Pessoal,
Segue a divulgação do workshop que estamos ajudando a organizar em Pomerode. Fizemos um workshop destes no ano passado e bastante gente começou a produzir depois de assistí-lo.
Vale a pena participar!
"A ACervA Catarinense (Associação dos Cervejeiros Artesanais de SC) promove no dia 25 de outubro, nas dependências da Cervejaria Schornstein, em Pomerode, o Workshop "Produção Caseira de Cervejas Especiais".
O objetivo do evento é apresentar o processo de produção caseira de cerveja, através da fabricação de uma cerveja no local por membros da ACervA Catarinense e de palestras sobre cerveja.
- Abertura: Marco Aurélio Zimmermann (Presidente da ACervA) e Murilo Foltran (cervejeiro da Opus - Cerveja Caseira do Campeche);
- Fabricação de Cerveja: Claudio Zastrow (Mestre Cervejeiro);
- Cervejas Caseiras: Raphael Tonera (Vencedor do III Concurso Nacional de Cervejas Caseiras na categoria "belgas");
- O Mundo da Cerveja: Paulo Feijão (Cervejólogo e dono do blog "oBIERcevando").
Abraços!
Segue a divulgação do workshop que estamos ajudando a organizar em Pomerode. Fizemos um workshop destes no ano passado e bastante gente começou a produzir depois de assistí-lo.
Vale a pena participar!
"A ACervA Catarinense (Associação dos Cervejeiros Artesanais de SC) promove no dia 25 de outubro, nas dependências da Cervejaria Schornstein, em Pomerode, o Workshop "Produção Caseira de Cervejas Especiais".
O objetivo do evento é apresentar o processo de produção caseira de cerveja, através da fabricação de uma cerveja no local por membros da ACervA Catarinense e de palestras sobre cerveja.
O evento é destinado tanto aos cervejeiros caseiros que desejam debater sobre o processo quanto para todos aqueles que desejam aprender esta arte.
O evento começa às 11h da manhã, se estendendo até o final da produção da cerveja, que deve ocorrer por volta das 18h.
O custo de participação é de R$50,00 para o público em geral e R$30,00 para sócios da ACervA Catarinense e mulheres (acompanhantes), com direito a:
- Almoço no restaurante da cervejaria;
- Rodada de degustação de chopes da Schornstein;
- Degustação de cervejas caseiras.
*Chopes e petiscos consumidos no bar da cervejaria não estão inclusos.
As palestras serão as seguintes:*Chopes e petiscos consumidos no bar da cervejaria não estão inclusos.
- Abertura: Marco Aurélio Zimmermann (Presidente da ACervA) e Murilo Foltran (cervejeiro da Opus - Cerveja Caseira do Campeche);
- Fabricação de Cerveja: Claudio Zastrow (Mestre Cervejeiro);
- Cervejas Caseiras: Raphael Tonera (Vencedor do III Concurso Nacional de Cervejas Caseiras na categoria "belgas");
- O Mundo da Cerveja: Paulo Feijão (Cervejólogo e dono do blog "oBIERcevando").
Abraços!
terça-feira, 14 de outubro de 2008
Shit happens
Pois é... todos os cervejeiros caseiros estão sujeitos a infortúnios, mas eles sempre causam uma certa "dor no coração" quando envolvem a perda de um lote ou parte dele.
Quando a perda é por contaminação, nos sentimos incompetentes por um momento, depois nos perguntamos "onde é que eu errei", e por fim criamos uma hipótese para o problema e absorvemos a experiência como um aprendizado.
Mas outra forma de perda acaba nos deixando mais indignados: é quando a cerveja ficou boa e a perda foi por um acidente. O Mauro Nogueira conta a história de um galão de maturação que estava "empilhado" na geladeira e acabou caindo, inundando a cozinha com uma cerveja que estava muito boa. E agora temos a nossa história, que tem um final igualmente infeliz.
Antes do Murilo viajar, fizemos uma pilsen. Era a nossa segunda pilsen, e fizemos alguns ajustes em relação à primeira cerveja. Pois bem, a cerveja fermentou por pouco mais de 20 dias e estava maturando por quase 1 mês. Além disto, fizemos uma Oktoberfest em conjunto com o Filipe Costa e o Max. Ambas estavam dentro do nosso freezer...
Há uns 15 dias atrás comecei a sentir um cheiro de cerveja azeda na garagem, e atribuí este aroma a um barril de chope de trigo que tinha aberto um tempo atrás e que tinha vazado um pouco no chão. Mas mesmo depois de remover o barril e limpar o chão o cheiro continuava.
Então a Rosi, inquieta com o aroma desagradável, olhou atrás do freezer e verificou que havia uma espuma saindo do sumidouro. Tudo bem, o fundo do nosso freezer estava precisando de uma limpeza fazia um tempo, mas aquela espuma estava esquisita. Olhando por dentro o fundo do freezer, dava pra ver que estava molhado, mas não parecia ser nada demais.
Resolvemos então fazer a limpeza no fim de semana... e qual a minha surpresa ao pegar o balde branco onde estavam maturando 17 litros de pilsen, e verificar que havia apenas um pouco de cerveja, na altura da torneira! É, estava vazando cerveja este tempo todo e lá se foi metade da produção da pilsen. Sem contar a sujeira! A espuma na verdade era a cerveja que "refermentava" ao sair do freezer...
Utilizamos baldes brancos atoxicos para maturar e engarrafar cerveja, com uma torneira bem simples acoplada. O problema é que a torneira é muito frágil e é fácil quebrar ao fechá-la. Quando isto acontece ainda é possível utilizá-la, mas é difícil de girar para abrir/fechar. Aparentemente ela ficava bem fechada, mas desta vez parece que ela cedeu um pouco e a cerveja vazou gota a gota.
O resto que estava no balde eu tomei, sem gás mesmo, e estava muito boa. Mas falaremos mais dela quando a tomarmos no postmix, onde os outros 17 litros dela foram parar...
Shit happens...
Quando a perda é por contaminação, nos sentimos incompetentes por um momento, depois nos perguntamos "onde é que eu errei", e por fim criamos uma hipótese para o problema e absorvemos a experiência como um aprendizado.
Mas outra forma de perda acaba nos deixando mais indignados: é quando a cerveja ficou boa e a perda foi por um acidente. O Mauro Nogueira conta a história de um galão de maturação que estava "empilhado" na geladeira e acabou caindo, inundando a cozinha com uma cerveja que estava muito boa. E agora temos a nossa história, que tem um final igualmente infeliz.
Antes do Murilo viajar, fizemos uma pilsen. Era a nossa segunda pilsen, e fizemos alguns ajustes em relação à primeira cerveja. Pois bem, a cerveja fermentou por pouco mais de 20 dias e estava maturando por quase 1 mês. Além disto, fizemos uma Oktoberfest em conjunto com o Filipe Costa e o Max. Ambas estavam dentro do nosso freezer...
Há uns 15 dias atrás comecei a sentir um cheiro de cerveja azeda na garagem, e atribuí este aroma a um barril de chope de trigo que tinha aberto um tempo atrás e que tinha vazado um pouco no chão. Mas mesmo depois de remover o barril e limpar o chão o cheiro continuava.
Então a Rosi, inquieta com o aroma desagradável, olhou atrás do freezer e verificou que havia uma espuma saindo do sumidouro. Tudo bem, o fundo do nosso freezer estava precisando de uma limpeza fazia um tempo, mas aquela espuma estava esquisita. Olhando por dentro o fundo do freezer, dava pra ver que estava molhado, mas não parecia ser nada demais.
Resolvemos então fazer a limpeza no fim de semana... e qual a minha surpresa ao pegar o balde branco onde estavam maturando 17 litros de pilsen, e verificar que havia apenas um pouco de cerveja, na altura da torneira! É, estava vazando cerveja este tempo todo e lá se foi metade da produção da pilsen. Sem contar a sujeira! A espuma na verdade era a cerveja que "refermentava" ao sair do freezer...
Utilizamos baldes brancos atoxicos para maturar e engarrafar cerveja, com uma torneira bem simples acoplada. O problema é que a torneira é muito frágil e é fácil quebrar ao fechá-la. Quando isto acontece ainda é possível utilizá-la, mas é difícil de girar para abrir/fechar. Aparentemente ela ficava bem fechada, mas desta vez parece que ela cedeu um pouco e a cerveja vazou gota a gota.
O resto que estava no balde eu tomei, sem gás mesmo, e estava muito boa. Mas falaremos mais dela quando a tomarmos no postmix, onde os outros 17 litros dela foram parar...
Shit happens...
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
Primeiro ano da Opus em números
Com a viagem do Murilo o aniversário de 1 ano da Opus (7/09) passou meio batido. Mesmo sem festa, fizemos um balanço de tudo que aconteceu neste primeiro ano encontramos alguns números interessantes:
Produção total (aprox): 1.000 litros
Lotes produzidos: 28 + 1 (em conjunto com a Sambaqui)
Estilos produzidos:
- American Pale Ale (4x)
- Extra Special Bitter (3x)
- Stout (1x)
- Porter (4x)
- Strong Golden Ale (2x)
- Red Ale (1x)
- Blond Ale (1x)
- Brown Ale (2x)
- Pilsen (2x)
- Rauchbier Bock (1x)
- American India Pale Ale (2x)
- English India Pale Ale (1x)
- Strong Dark Ale (1x)
- Mild (1x)
- Witbier (2x)
- Weizenbier (1x)
- Oktoberfest (1x)
Total: 17
Ale: 14 em 25 lotes (86%)
Lager: 3 em 4 lotes (14%)
Como podemos ver, nossa produção atual é de 10hl/ano. Isto é um pouco mais do que fazemos em cada brassagem da Moçambique na Cervejaria da Ilha, onde produzimos em média 850L (pouco comparando com outras micro-cervejarias). No total, produzimos aproximadamente 2.500L de Moçambique em 3 brassagens neste mesmo período.
Mas o que mais nos chamou a atenção é a quantidade de estilos diferentes que produzimos. O motivo para isto é que procuramos sempre fazer algo novo, e mesmo quando repetimos um estilo nós mudamos a receita. Por exemplo, os estilos que mais fizemos (Porter e American Pale Ale) ainda não chegaram a uma receita definitiva.
A proporção entre ales e lagers é bem desequilibrada, mas isto é resultado de 2 fatores, sendo o primeiro a necessidade de controle de temperatura e o segundo o tempo de fermentação+maturação bem maior para as lagers. Bem que gostaríamos de produzir mais lagers...
Entre nossos planos para este segundo ano está o aumento da capacidade de produção de 36L para 90L por brassagem, chegando a um total de pelo menos 2.000L no ano. O aumento do equipamento não refletirá diretamente no aumento da produção pois um dos objetivos é justamente diminuir a frequência de brassagens, que hoje é de 1 brassagem a cada 2 semanas em média. Mas a vontade de produzir é tanta que é capaz que a frequência continue a mesma!
Além disto, pretendemos explorar outros estilos, como por exemplo Schwarzbier, Doppelbock, Altbier, Kölsh, Dubbbel, Tripel, Imperial Stout e quem sabe uma Barley Wine.
Nosso blog também tem números interessantes. Criado em janeiro, alguns meses depois do início das produções, ele teve 4.738 visitas até o dia 07/09, tendo sido visto por 2.196 pessoas diferentes. A média é de 19 visitas por dia e realizamos 63 postagens no período (média de 2 por semana aproximadamente).
Nem parece que já passou 1 ano... e ao mesmo tempo parece que já fazem uns 10 anos que estamos fazendo cerveja. Neste meio tempo, além de ganharmos experiência cervejeira, fizemos muitos amigos cervejeiros e bebedores de cerveja.
Que venham muitos anos, cervejas e amigos para a Opus!
Produção total (aprox): 1.000 litros
Lotes produzidos: 28 + 1 (em conjunto com a Sambaqui)
Estilos produzidos:
- American Pale Ale (4x)
- Extra Special Bitter (3x)
- Stout (1x)
- Porter (4x)
- Strong Golden Ale (2x)
- Red Ale (1x)
- Blond Ale (1x)
- Brown Ale (2x)
- Pilsen (2x)
- Rauchbier Bock (1x)
- American India Pale Ale (2x)
- English India Pale Ale (1x)
- Strong Dark Ale (1x)
- Mild (1x)
- Witbier (2x)
- Weizenbier (1x)
- Oktoberfest (1x)
Total: 17
Ale: 14 em 25 lotes (86%)
Lager: 3 em 4 lotes (14%)
Como podemos ver, nossa produção atual é de 10hl/ano. Isto é um pouco mais do que fazemos em cada brassagem da Moçambique na Cervejaria da Ilha, onde produzimos em média 850L (pouco comparando com outras micro-cervejarias). No total, produzimos aproximadamente 2.500L de Moçambique em 3 brassagens neste mesmo período.
Mas o que mais nos chamou a atenção é a quantidade de estilos diferentes que produzimos. O motivo para isto é que procuramos sempre fazer algo novo, e mesmo quando repetimos um estilo nós mudamos a receita. Por exemplo, os estilos que mais fizemos (Porter e American Pale Ale) ainda não chegaram a uma receita definitiva.
A proporção entre ales e lagers é bem desequilibrada, mas isto é resultado de 2 fatores, sendo o primeiro a necessidade de controle de temperatura e o segundo o tempo de fermentação+maturação bem maior para as lagers. Bem que gostaríamos de produzir mais lagers...
Entre nossos planos para este segundo ano está o aumento da capacidade de produção de 36L para 90L por brassagem, chegando a um total de pelo menos 2.000L no ano. O aumento do equipamento não refletirá diretamente no aumento da produção pois um dos objetivos é justamente diminuir a frequência de brassagens, que hoje é de 1 brassagem a cada 2 semanas em média. Mas a vontade de produzir é tanta que é capaz que a frequência continue a mesma!
Além disto, pretendemos explorar outros estilos, como por exemplo Schwarzbier, Doppelbock, Altbier, Kölsh, Dubbbel, Tripel, Imperial Stout e quem sabe uma Barley Wine.
Nosso blog também tem números interessantes. Criado em janeiro, alguns meses depois do início das produções, ele teve 4.738 visitas até o dia 07/09, tendo sido visto por 2.196 pessoas diferentes. A média é de 19 visitas por dia e realizamos 63 postagens no período (média de 2 por semana aproximadamente).
Nem parece que já passou 1 ano... e ao mesmo tempo parece que já fazem uns 10 anos que estamos fazendo cerveja. Neste meio tempo, além de ganharmos experiência cervejeira, fizemos muitos amigos cervejeiros e bebedores de cerveja.
Que venham muitos anos, cervejas e amigos para a Opus!
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
No meio dos alemães!
Bom... Sai da Inglaterra e vim para na Alemanha. Estou em Stuttgart, terra da Mercedes-Benz e é claro de muita cerveja. Eu ia pra Munique, mas meu cartão de crédito não permitiu. Entretanto fui a Volksfest aqui em Stuttgart, segunda maior festa de cerveja da Alemanha, que consegui sentir o "clima" alemão de festas. Todo mundo quieto no começo e mais pro final todo mundo é amigo e da-lhe cantar em alemão. Prosit!!!!! Fiquei no pavilhão da Schwabenbräu, que segundo meu amigo que mora aqui, é a melhor cerveja da região, o que até agora concordo com ele! :D
Seguem agora umas fotos!
Palco da banda, sim ela ainda não está lá, você já irá entender o porque dessa foto
Primeiro caneco de um litro, ainda todos comportados
Bandinha já tocando, detalhe para o pessoal "dançando" em pé em cima dos bancos, vira e mexe a tem uns que quase caem, tipo eu :P
O que esta foto tem haver com cerveja? Nada. Mas eu tirei ela no museu da Mercedes-Benz. Duas Fórmula Um e um carro de Indy. Mas uns caminhões de corrida. Valeu muito a pena visitar.
Seguem agora umas fotos!
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