Para a nossa vigésima brassagem resolvemos fazer novamente uma American Pale Ale, que foi o estilo que escolhemos para a Opus 1. A brassagem foi no dia 19/04/2008, sábado.
Utilizamos 3 tipos de malte, Pilsen, Munich e Carared. A cerveja ficará com 6% de álcool e terá um amargor de 50 IBU. A Opus 1 utilizou apenas malte Pilsen, teve 5.5% de álcool e 30 IBU.
Utilizamos o resto que tinhamos de lúpulo Hallertau Magnum, um lúpulo que nos agradou muito. Para complementar, utilizamos um pouco de Hallertau Tradition, o mais perto que tínhamos de um lúpulo de amargor. E depois utilizamos MUITO lúpulo Cascade. O nosso objetivo é ter uma cerveja com bastante aroma de Cascade, com direito a dry-hopping na maturação.
Como nossa produção foi intensa nas últimas semanas, ficamos sem espaço na geladeira para fermentar a Opus 20. Como a temperatura baixou recentemente, não nos preocupamos muito com isto.
Outro fator que contribuiu para termos cervejas maturando "ao tempo" foi a produção da Rauchbier (Opus 19). Por ser uma Lager, ela precisa de um controle maior de temperatura e bastante tempo de fermentação. A ESB ficou 1 semana na geladeira e 1 fora durante a fermentação (iremos colocá-la para maturar ainda hoje, segunda).
Mudando de assunto, nossa Pilsen já está no Postmix. Ainda está carbonatando um pouco mas já provamos algumas vezes (rs). A cerveja ficou muito boa, em breve postamos mais sobre ela.
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segunda-feira, 21 de abril de 2008
terça-feira, 15 de abril de 2008
Opus 19 - Rauchbier Bock
Sábado (12/04/08) tivemos uma reunião para conversar sobre a Acerva Catarinense na casa da Opus, e seguimos em paralelo com a produção da Opus 19.
Não havíamos decidido até pouco antes da reunião qual receita fazer, e cogitamos fazer novamente uma pilsen, mas percebemos que não tínhamos mais o malte Melanoidina, que seria imprescindível para esta receita.
Pensamos então em uma cerveja de trigo, mas o Raphael já havia saído de casa e não teríamos o malte de trigo que só ele poderia nos emprestar.
Lembramos do malte defumado, e decidimos fazer uma Rauchbier. E como sempre, acabamos exagerando na hora de montar a receita e ela ficou com uma OG de 1.86 (aprox 8%). Mas não foi sem querer!
Com o inverno se aproximando uma bock seria muito bem vinda, e foi com este objetivo que pensamos em fazer uma cerveja lager forte e defumada. Não seguimos ao pé da letra nenhuma definição de estilo, simplesmente aproveitamos o que tínhamos disponível. Utilizamos malte defumado, pilsen, munich e caramunich. Talvez ela não fique tão escura como seria de se esperar de uma bock, ou nem tão defumada como uma Rauchbier alemã, mas quem liga? :)
Tomamos paralelamente à brassagem e à reunião um barrilete de Schlenkerla Märzen, o que apesar de ser coincidência nos serviu de inspiração. Tomamos também algumas cervejas do Rapahael Tonera (Helles, Bock, Trigo e "Mistureba Dry-hopping"), e uma cerveja do Gustavo Bräscher, de Santo Amaro. Todas muito boas.
Esperamos que nossa cerveja fique boa, e desejamos um grande sucesso para a Acerva Catarinense.
Não havíamos decidido até pouco antes da reunião qual receita fazer, e cogitamos fazer novamente uma pilsen, mas percebemos que não tínhamos mais o malte Melanoidina, que seria imprescindível para esta receita.
Pensamos então em uma cerveja de trigo, mas o Raphael já havia saído de casa e não teríamos o malte de trigo que só ele poderia nos emprestar.
Lembramos do malte defumado, e decidimos fazer uma Rauchbier. E como sempre, acabamos exagerando na hora de montar a receita e ela ficou com uma OG de 1.86 (aprox 8%). Mas não foi sem querer!
Com o inverno se aproximando uma bock seria muito bem vinda, e foi com este objetivo que pensamos em fazer uma cerveja lager forte e defumada. Não seguimos ao pé da letra nenhuma definição de estilo, simplesmente aproveitamos o que tínhamos disponível. Utilizamos malte defumado, pilsen, munich e caramunich. Talvez ela não fique tão escura como seria de se esperar de uma bock, ou nem tão defumada como uma Rauchbier alemã, mas quem liga? :)
Tomamos paralelamente à brassagem e à reunião um barrilete de Schlenkerla Märzen, o que apesar de ser coincidência nos serviu de inspiração. Tomamos também algumas cervejas do Rapahael Tonera (Helles, Bock, Trigo e "Mistureba Dry-hopping"), e uma cerveja do Gustavo Bräscher, de Santo Amaro. Todas muito boas.
Esperamos que nossa cerveja fique boa, e desejamos um grande sucesso para a Acerva Catarinense.
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