E agora uma sequencia de fotos do Delirium Cafe. O bar com o maior cardapio que ja vi, mas "esqueci" de tirar uma foto dele. Mas a variedade de marcas espalhadas pelo bar da uma impressao, prestem atencao na quantidade de mangueiras saindo nos barris de chopp.
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Mais algumas da terra dos Smurfs
E agora uma sequencia de fotos do Delirium Cafe. O bar com o maior cardapio que ja vi, mas "esqueci" de tirar uma foto dele. Mas a variedade de marcas espalhadas pelo bar da uma impressao, prestem atencao na quantidade de mangueiras saindo nos barris de chopp.
domingo, 7 de setembro de 2008
Na terra doTim Tim
terça-feira, 2 de setembro de 2008
Atualizações...
A nossa witbier ficou muito boa. As especiarias ficaram bem evidentes, mas equilibradas de forma a nenhuma delas se destacar demais. Uma cerveja muito refrescante e que será nossa cerveja de verão. Levei um postmix com ela para BH no III Concurso Nacional e ela fez bastante sucesso, sendo consumida rapidamente e gerando um bom boca a boca.
Falando em concurso, a ACervA Catarinense organizou uma excursão para BH em um micro-ônibus. Os viajantes foram o Tiago Costa Pinto (Avatar), Gustavo Bräscher (Santo Amaro), Raphael (Tonera), Max (Sambaqui), Eduardo (Cerveja Vagabunda), Feijão (Obiercevando), Tiago Valenti (B. Camboriu) e eu (Opus).
A viagem foi muito divertida, com direito a chopeira no ônibus e muitas risadas com o Eduardo, que mostrou seu lado “cantor”. Foi ele que nos apresentou a música que virou o hino provisório da ACervA Catarinense e que foi entoado durante vários momentos, entre eles a comemoração no palco após a premiação.
E a comemoração teve como motivo a conquista do 1o lugar na categoria “Belgas” pelo Raphael Tonera, que é um dos pioneiros do nosso grupo e que serviu de exemplo para a maioria dos atuais membros da ACervA Catarinense em Florianópolis. Além disto, ele é o vice-presidente da nossa Acerva.
A cerveja que enviamos, uma experiência com uma Belgian Strong Dark Ale, acabou não sobrevivendo às maluquices que fizemos com ela e contaminou. É uma pena, pois a cerveja que não passou por todas as experiências ficou muito boa, apesar de uma FG um pouco mais alta do que desejávamos (1.028 / OG: 1.091). Da próxima vez vamos lembrar de não inventar na hora de fazer a cerveja do concurso!
No dia 16 de agosto fizemos uma Pilsen Tcheca, seguindo praticamente a mesma receita da anterior, com pequenos ajustes nos maltes e um amargor levemente mais suave e mais aroma e sabor de lúpulo Saaz. Deve ficar pronta no final de setembro.
No fim de semana do dia 23/08 realizamos uma brassagem em conjunto com o Filipe Corrêa da Costa e o Max Leiras Prujansky, cervejeiros aqui de Floripa. Fizemos uma Oktoberfestbier para levar para o workshop que será realizado em Blumenau durante a Oktoberfest. O objetivo era fazer uma Oktoberfest no estilo mais antigo, que apresenta uma coloração âmbar mais escura do que as atuais existentes no mercado (Spaten, HB, Löwenbrau, etc).
Por um pequeno descuido durante durante a pesagem dos maltes acabamos colocando 1kg a mais de malte Munich, o que aumentou a sua OG (de 1.059 para 1.065) e a tornou mais escura e mais forte. Mas ainda assim ficará dentro dos parâmetros de uma oktoberfestbier tradicional.
Em breve mais informações!
Abraços!
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Schornstein Bock nesta sexta (22/08/2008) na padoca!
Vale lembrar que faltam algumas pessoas assinarem a ata de criação da ACervA Catarinense, então quem não assinou ainda passa lá e já aproveita pra tomar um copo!
A Cervejaria Schornstein de Pomerode, cidade conhecida nacionalmente como a mais alemã do Brasil, foi inaugurada em 08 de junho de 2006 e chegou para reforçar ainda mais a tradição e estilo germânicos do município.
Além de produzir excelentes cervejas tal como é o Bock que possui um processo de 33 dias, algo impensável em muitas cervejarias. É forte e encorpado, de baixa fermentação. Tem 7% de teor alcoolico e é um dos meus preferidos.
Bom, provem que vocês não se arrependerão.
Até lá,
Murilo
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
Cerveja caseira na padoca nesta sexta (08/08/2008)!
O estilo é segredo e amanhã todos poderão provar!
Apareçam!
[]'s
Murilo
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
Brassagem da Opus 27 – Witbier e Witbier Peper
A cerveja branca belga (witbier em holandês, bierre blanche em francês) tem como representante mais famoso a Hoegaarden, que já pode ser encontrada no Brasil. É uma cerveja muito saborosa e refrescante e um dos nossos estilos favoritos. Ela é uma cerveja de trigo caracterizada pela adição de coentro e casca de laranja, mas também é comum da adição de camomila.
Da outra vez que fizemos a wit havíamos utilizado apenas o T-58 como diferencial em relação à nossa weizen, e ela ficou bem melhor do que a weizen com o WB-06. Realmente fazer uma boa weizen tradicional alemã não é tão simples quanto parece.
Resolvemos manter a proporção anterior de maltes (50% de trigo e 50% pilsen), mas elevamos um pouco a densidade. Como esta cerveja será bebida em uma festa, resolvemos fazer uma witbier um pouquinho mais forte, com em torno de 6% de álcool (OG de 1.058).
Na fervura de 44 litros, utilizamos 15g de semente de coentro (5min do final da fervura), 30g de camomila e a rapa da casca de 8 laranjas (1 min do final da fervura). A rapa não pode conter a parte branca da casca, que forneceria um sabor adstringente. Fizemos um chá com o mosto e a camomila em separado e adicionamos ao final da fervura na panela, coando para não gerar muito trub, o que aconteceria se jogássemos a camomila direto na panela.
A cerveja terá uma amargor de 20 IBU, com uma adição de magnum (22g) a 60 minutos e Saaz (15g) a 5 minutos.
Como experiência, resolvemos colocar em um dos galões 5g de uma calda de pimenta do reino moída na hora e fervida junto com poucos mililitros do mosto. A calda foi coada e adicionada ao galão.
Estamos bem ansiosos para ver o resultado desta cerveja que tem tudo para ficar bastante saborosa. Assim que ficar pronta faremos um post comentando o resultado!
Abraços!
quarta-feira, 16 de julho de 2008
Atualizações...
Fizemos em casa uma brassagem teste da nova receita da Moçambique, que iremos produzir em breve. As mudanças foram pequenas, e para melhor. A cerveja terá um pouco mais de sabor de malte, equilibrando com o amargor e o torrado. Além disto, ela terá um sabor levemente mais "achocolatado", característica importante das porters.
Falando em Moçambique, fizemos um pequeno ajuste no site (www.cervejamocambique.com.br). Ele ainda está em construção, mas agora ele apresenta a foto das garrafas da Porter e do nosso próximo lançamento, a Pilsen. Falaremos mais sobre as cervejas em breve...
