Nesta sexta iremos degustar o chopp Bock da Cervejaria Schornstein de Pomerode. Todos estão mais que convidados.
Vale lembrar que faltam algumas pessoas assinarem a ata de criação da ACervA Catarinense, então quem não assinou ainda passa lá e já aproveita pra tomar um copo!
A Cervejaria Schornstein de Pomerode, cidade conhecida nacionalmente como a mais alemã do Brasil, foi inaugurada em 08 de junho de 2006 e chegou para reforçar ainda mais a tradição e estilo germânicos do município.
Além de produzir excelentes cervejas tal como é o Bock que possui um processo de 33 dias, algo impensável em muitas cervejarias. É forte e encorpado, de baixa fermentação. Tem 7% de teor alcoolico e é um dos meus preferidos.
Bom, provem que vocês não se arrependerão.
Até lá,
Murilo
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
Cerveja caseira na padoca nesta sexta (08/08/2008)!
Nosso amigo cervejeiro Gustavo Brascher irá levar um postmix de uma cerveja dele para vender na padoca. Esperamos ser a primeira de muitas.....
O estilo é segredo e amanhã todos poderão provar!
Apareçam!
[]'s
Murilo
O estilo é segredo e amanhã todos poderão provar!
Apareçam!
[]'s
Murilo
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
Brassagem da Opus 27 – Witbier e Witbier Peper
Depois do grande encontro da ACervA em Blumenau no sábado passado (01/08/08), retomamos nossa produção caseira. Decidimos fazer uma witbier, desta vez com todos os condimentos tradicionais.
A cerveja branca belga (witbier em holandês, bierre blanche em francês) tem como representante mais famoso a Hoegaarden, que já pode ser encontrada no Brasil. É uma cerveja muito saborosa e refrescante e um dos nossos estilos favoritos. Ela é uma cerveja de trigo caracterizada pela adição de coentro e casca de laranja, mas também é comum da adição de camomila.
Da outra vez que fizemos a wit havíamos utilizado apenas o T-58 como diferencial em relação à nossa weizen, e ela ficou bem melhor do que a weizen com o WB-06. Realmente fazer uma boa weizen tradicional alemã não é tão simples quanto parece.
Resolvemos manter a proporção anterior de maltes (50% de trigo e 50% pilsen), mas elevamos um pouco a densidade. Como esta cerveja será bebida em uma festa, resolvemos fazer uma witbier um pouquinho mais forte, com em torno de 6% de álcool (OG de 1.058).
Na fervura de 44 litros, utilizamos 15g de semente de coentro (5min do final da fervura), 30g de camomila e a rapa da casca de 8 laranjas (1 min do final da fervura). A rapa não pode conter a parte branca da casca, que forneceria um sabor adstringente. Fizemos um chá com o mosto e a camomila em separado e adicionamos ao final da fervura na panela, coando para não gerar muito trub, o que aconteceria se jogássemos a camomila direto na panela.
A cerveja terá uma amargor de 20 IBU, com uma adição de magnum (22g) a 60 minutos e Saaz (15g) a 5 minutos.
Como experiência, resolvemos colocar em um dos galões 5g de uma calda de pimenta do reino moída na hora e fervida junto com poucos mililitros do mosto. A calda foi coada e adicionada ao galão.
Estamos bem ansiosos para ver o resultado desta cerveja que tem tudo para ficar bastante saborosa. Assim que ficar pronta faremos um post comentando o resultado!
Abraços!
A cerveja branca belga (witbier em holandês, bierre blanche em francês) tem como representante mais famoso a Hoegaarden, que já pode ser encontrada no Brasil. É uma cerveja muito saborosa e refrescante e um dos nossos estilos favoritos. Ela é uma cerveja de trigo caracterizada pela adição de coentro e casca de laranja, mas também é comum da adição de camomila.
Da outra vez que fizemos a wit havíamos utilizado apenas o T-58 como diferencial em relação à nossa weizen, e ela ficou bem melhor do que a weizen com o WB-06. Realmente fazer uma boa weizen tradicional alemã não é tão simples quanto parece.
Resolvemos manter a proporção anterior de maltes (50% de trigo e 50% pilsen), mas elevamos um pouco a densidade. Como esta cerveja será bebida em uma festa, resolvemos fazer uma witbier um pouquinho mais forte, com em torno de 6% de álcool (OG de 1.058).
Na fervura de 44 litros, utilizamos 15g de semente de coentro (5min do final da fervura), 30g de camomila e a rapa da casca de 8 laranjas (1 min do final da fervura). A rapa não pode conter a parte branca da casca, que forneceria um sabor adstringente. Fizemos um chá com o mosto e a camomila em separado e adicionamos ao final da fervura na panela, coando para não gerar muito trub, o que aconteceria se jogássemos a camomila direto na panela.
A cerveja terá uma amargor de 20 IBU, com uma adição de magnum (22g) a 60 minutos e Saaz (15g) a 5 minutos.
Como experiência, resolvemos colocar em um dos galões 5g de uma calda de pimenta do reino moída na hora e fervida junto com poucos mililitros do mosto. A calda foi coada e adicionada ao galão.
Estamos bem ansiosos para ver o resultado desta cerveja que tem tudo para ficar bastante saborosa. Assim que ficar pronta faremos um post comentando o resultado!
Abraços!
quarta-feira, 16 de julho de 2008
Atualizações...
Estamos um pouco parados no blog, mas não paramos nas cervejas. Produzimos recentemente a IPA que iremos enviar para o III Concurso Nacional de Cervejas Artesanais (Caseiras). Em breve postamos sobre esta brassagem.
Fizemos em casa uma brassagem teste da nova receita da Moçambique, que iremos produzir em breve. As mudanças foram pequenas, e para melhor. A cerveja terá um pouco mais de sabor de malte, equilibrando com o amargor e o torrado. Além disto, ela terá um sabor levemente mais "achocolatado", característica importante das porters.
Falando em Moçambique, fizemos um pequeno ajuste no site (www.cervejamocambique.com.br). Ele ainda está em construção, mas agora ele apresenta a foto das garrafas da Porter e do nosso próximo lançamento, a Pilsen. Falaremos mais sobre as cervejas em breve...
Fizemos em casa uma brassagem teste da nova receita da Moçambique, que iremos produzir em breve. As mudanças foram pequenas, e para melhor. A cerveja terá um pouco mais de sabor de malte, equilibrando com o amargor e o torrado. Além disto, ela terá um sabor levemente mais "achocolatado", característica importante das porters.
Falando em Moçambique, fizemos um pequeno ajuste no site (www.cervejamocambique.com.br). Ele ainda está em construção, mas agora ele apresenta a foto das garrafas da Porter e do nosso próximo lançamento, a Pilsen. Falaremos mais sobre as cervejas em breve...
segunda-feira, 30 de junho de 2008
32 litros de Moçambique na Padoca... e 110 na Casa da Floresta
Na última sexta-feira, vendemos 32 litros de Moçambique na Padoca. Não foi um dia movimentado como na sexta anterior mas o pessoal compareceu em grande número.
Além do chopp Moçambique, pudemos tomar as Opus ESB e de trigo, além da Abadia da Sambaqui Ale e ainda uma cerveja do Gustavo Brascher com mel, aveia, centeio e trigo. Todas muito boas.
No sábado, fomos na festa da Avatar, na Casa da Floresta do Canto da Lagoa. A festa é realizada regularmente pelo Tiago e pelo Fernando, cervejeiros da Avatar, e já é famosa em Florianópolis. A casa deles fica no meio do mato, na subida do morro, e possui uma atmosfera muito peculiar, sendo o ambiente perfeito para a festa que reúne um público alternativo, bem ao estilo da Lagoa. Além da cerveja, a atração ficou por conta de bandas da cena alternativa de Floripa.
Pudemos provar ótimas cervejas da Avatar, inclusive as que vão para o concuro da ACervA. Eram 7 ao todo: STOUTquerendo, Faceira (blond ale), Trigueira, GuaranIPA, Rubra (pale ale), Morena Trigueira (weizenbock), além da Moçambique Porter.
Levamos 110 litros de Moçambique (minhas costas ainda sentem como é dificil carregar barris :D) e foram consumidos todos os 110 litros na festa que, pelas estimativas da organização, atraiu em torno de 400 pessoas. É incrível como um festa promovida no boca-a-boca consiga um alcance tão grande. No total foram consumidos 430 litros de Avatar mais 110 de Moçambique.
Além do chopp Moçambique, pudemos tomar as Opus ESB e de trigo, além da Abadia da Sambaqui Ale e ainda uma cerveja do Gustavo Brascher com mel, aveia, centeio e trigo. Todas muito boas.
No sábado, fomos na festa da Avatar, na Casa da Floresta do Canto da Lagoa. A festa é realizada regularmente pelo Tiago e pelo Fernando, cervejeiros da Avatar, e já é famosa em Florianópolis. A casa deles fica no meio do mato, na subida do morro, e possui uma atmosfera muito peculiar, sendo o ambiente perfeito para a festa que reúne um público alternativo, bem ao estilo da Lagoa. Além da cerveja, a atração ficou por conta de bandas da cena alternativa de Floripa.
Pudemos provar ótimas cervejas da Avatar, inclusive as que vão para o concuro da ACervA. Eram 7 ao todo: STOUTquerendo, Faceira (blond ale), Trigueira, GuaranIPA, Rubra (pale ale), Morena Trigueira (weizenbock), além da Moçambique Porter.
Levamos 110 litros de Moçambique (minhas costas ainda sentem como é dificil carregar barris :D) e foram consumidos todos os 110 litros na festa que, pelas estimativas da organização, atraiu em torno de 400 pessoas. É incrível como um festa promovida no boca-a-boca consiga um alcance tão grande. No total foram consumidos 430 litros de Avatar mais 110 de Moçambique.
quinta-feira, 26 de junho de 2008
Moçamba na Padoca 2!
Amanhã reeditaremos o Chopp Moçambique na Panificadora Metrópole. Levaremos 50 litros e tentaremos bater o recorde da semana passada. :D
Já vai servir de um esquenta para a festa de sábado na Casa da Floresta, também conhecida como Cervejaria Avatar, de nossos amigos cervejeiros Tiago e Fernando. Essa festa é muito conhecida e esperada por toda a comunidade cervejeira de Floripa.
Até lá, perto das 18 horas!
Já vai servir de um esquenta para a festa de sábado na Casa da Floresta, também conhecida como Cervejaria Avatar, de nossos amigos cervejeiros Tiago e Fernando. Essa festa é muito conhecida e esperada por toda a comunidade cervejeira de Floripa.
Até lá, perto das 18 horas!
terça-feira, 24 de junho de 2008
Opus 19 Rauchbier Urbock.
Quanto tomamos a Schlenkerla pela primeira vez, ficamos espantados pelo aroma e sabores característicos dessa cerveja que lembra bacon! E ela passou a fazer parte da lista das cervejas que desejaríamos fazer quando tivéssemos uma cervejaria em casa.
Depois de algum tempo já fazendo cerveja em casa, adquirimos malte defumado em conjunto com o pessoal aqui de Floripa e na primeira "reunião" da ACervA Catarinense fizemos a brassagem da cerveja no copo abaixo.

Como a Schlenkerla é muito forte, fizemos uma receita com menos defumado. Segundo a lenda ela tem quase 100% e na nossa utilizamos 50%. E o resultado foi muito bom mesmo.
Fizemos uma lager com 7% abv, utilizamos o fermento S-23 e além do malte defumado, caramunich, munich e pilsen. Deixamos fermentar por quase 1 mês entre 10 e 12 graus, e depois maturamos por mais quase 1 mês entre 0 e 2 graus e em seguida colocamos no postmix. Na verdade tem um balde que ainda está maturando, e pelo que provamos está ficando melhor ainda.
Nossa inspiração não foi a Schlenkerla Märzen, vendida recentemente no Brasil, e sim a Urbock, que infelizmente ainda não chegou por aqui. A Urbock é mais forte no álcool e no sabor de malte e um pouco mais leve no defumado.
E ela ficou uma bock bem característica, com um sabor de malte intenso, além do defumado, e veio muito bem a calhar nesse início de inverno em Floripa. Ainda iremos engarrafar algumas, mas a que carbonatamos no postmix ficou excelente.
Depois de algum tempo já fazendo cerveja em casa, adquirimos malte defumado em conjunto com o pessoal aqui de Floripa e na primeira "reunião" da ACervA Catarinense fizemos a brassagem da cerveja no copo abaixo.
Como a Schlenkerla é muito forte, fizemos uma receita com menos defumado. Segundo a lenda ela tem quase 100% e na nossa utilizamos 50%. E o resultado foi muito bom mesmo.
Fizemos uma lager com 7% abv, utilizamos o fermento S-23 e além do malte defumado, caramunich, munich e pilsen. Deixamos fermentar por quase 1 mês entre 10 e 12 graus, e depois maturamos por mais quase 1 mês entre 0 e 2 graus e em seguida colocamos no postmix. Na verdade tem um balde que ainda está maturando, e pelo que provamos está ficando melhor ainda.
Nossa inspiração não foi a Schlenkerla Märzen, vendida recentemente no Brasil, e sim a Urbock, que infelizmente ainda não chegou por aqui. A Urbock é mais forte no álcool e no sabor de malte e um pouco mais leve no defumado.
E ela ficou uma bock bem característica, com um sabor de malte intenso, além do defumado, e veio muito bem a calhar nesse início de inverno em Floripa. Ainda iremos engarrafar algumas, mas a que carbonatamos no postmix ficou excelente.
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