Apesar de domingo ser o dia tradicional das nossas brassagens, quando o tempo no sábado está ruim preferimos fazer cerveja sábado a noite e torcer para domingo o tempo melhorar para aproveitarmos a praia. E foi isto que aconteceu no último fim de semana. Fizemos a brassagem no sábado, e tivemos sorte de aproveitar bastante o dia de domingo na praia do Campeche.
Como nossa encomenda de malte pilsen ainda não havia chegado, o Murilo foi pegar uma saca de malte lá no Chopp Ilhéu. Mas antes, fomos comprar o nosso freezer em uma loja de móveis usados do Rio Tavares. A brassagem começou às 17h.
Esta foi a primeira vez que decidimos repetir uma receita, fazendo apenas ajustes finos. A escolhida foi uma Porter que fizemos em dezembro passado e que ficou muito boa. Decidimos apenas intensificar um pouco o sabor torrado e aumentar levemente o amargor (com cuidado para não transformá-la em uma stout!!).
Calculamos a receita utilizando a nossa eficiência de sempre, mas acho que desde quando começamos a moer o malte um pouco mais fino nossa eficiência aumentou, e a cerveja, que deveria chegar a 1.060 chegou a 1.068. Como não nos preocupamos em corrigir, ela ficará um pouquinho mais forte mesmo.
Pois é, na próxima teremos que pegar leve, pois com uma cerveja de 8% e outra de 6% já maturando para o carnaval, é bom que a outra não tenha mais do que 5%!
Abraços!
Marco Zimmermann
Mostrando postagens com marcador Opus 13. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Opus 13. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
Opus 11
Quarta feira passada (09/01) envasamos a opus 11. Colocamos metade em um postmix e a outra metade engarrafamos. Esta foi a primeira cerveja que, após a brassagem, achamos que não ficaria tão legal. Explico por que...
A brassagem foi no dia 28 a noite, queríamos aproveitar a folga entre natal e ano novo e estávamos pensando em fazer uma APA. Ao moer o malte, fomos surpreendidos ao descobrir que tínhamos bem menos malte pilsen do que pensávamos. A receita pedia 9kg, mas tínhamos só 6kg. Tivemos que improvisar e colocamos um pouco mais de maltes especiais, como carared, caramunich e melanoidina. A proporção ficou meio desequilibrada, com em torno de 30% de maltes caramelo. Nunca havíamos utilizado tanto malte caramelo, e temíamos que a cerveja pudesse ficar muito doce. Por isto, colocamos um pouco mais de lúpulo, chegando a 40 IBUs.
Foi a primeira vez também que colocamos o fermento seco direto no galão de fermentação, sem rehidratar antes.
Voltando à quarta passada, medimos a FG e ela ficou dentro do esperado, 1.019, e ao provarmos a mostra da proveta, que estava a 20C e sem gás, descobrimos que a cerveja estava deliciosa! Colocamos a cerveja no postmix e injetamos um pouco de gás para podermos provar um pouquinho ainda na mesma noite, e engarrafamos a outra metade. Realmente, mesmo com a carbonatação ainda precária ela estava deliciosa. E linda também, um vermelho intenso e bem translúcida (usamos gelatina para clarificar). Foi com certeza a nossa cerveja mais bonita, e uma das mais saborosas.
A cor da cerveja com bastante iluminação... esta é a amostra da proveta, ainda sem gás
Sexta feira o Murilo levou o postmix na padaria e o pessoal pelo jeito adorou (eu estava "trancado" em Guarulhos, esperando um vôo atrasado).
Aliás, estava voltando de BH, onde fui novamente no Frei Tuck. Infelizmente cheguei muito tarde de viagem e não encontrei ninguém, apenas o Claudinei, que me passou o recado do Marco da Falke (valeu Marco pelo kit degustação!). No dia seguinte antes de ir para o aeroporto passamos (eu e o Eduardo) novamente pelo Frei Tuck e encontramos o Luiz Flávio, dono do bar e bem gente fina. Espero voltar para BH com tempo para poder encontrar com o pessoal de lá!
Abraços!
Marco Zimmermann
A brassagem foi no dia 28 a noite, queríamos aproveitar a folga entre natal e ano novo e estávamos pensando em fazer uma APA. Ao moer o malte, fomos surpreendidos ao descobrir que tínhamos bem menos malte pilsen do que pensávamos. A receita pedia 9kg, mas tínhamos só 6kg. Tivemos que improvisar e colocamos um pouco mais de maltes especiais, como carared, caramunich e melanoidina. A proporção ficou meio desequilibrada, com em torno de 30% de maltes caramelo. Nunca havíamos utilizado tanto malte caramelo, e temíamos que a cerveja pudesse ficar muito doce. Por isto, colocamos um pouco mais de lúpulo, chegando a 40 IBUs.
Foi a primeira vez também que colocamos o fermento seco direto no galão de fermentação, sem rehidratar antes.
Voltando à quarta passada, medimos a FG e ela ficou dentro do esperado, 1.019, e ao provarmos a mostra da proveta, que estava a 20C e sem gás, descobrimos que a cerveja estava deliciosa! Colocamos a cerveja no postmix e injetamos um pouco de gás para podermos provar um pouquinho ainda na mesma noite, e engarrafamos a outra metade. Realmente, mesmo com a carbonatação ainda precária ela estava deliciosa. E linda também, um vermelho intenso e bem translúcida (usamos gelatina para clarificar). Foi com certeza a nossa cerveja mais bonita, e uma das mais saborosas.

A cor da cerveja com bastante iluminação... esta é a amostra da proveta, ainda sem gás
Sexta feira o Murilo levou o postmix na padaria e o pessoal pelo jeito adorou (eu estava "trancado" em Guarulhos, esperando um vôo atrasado).
Aliás, estava voltando de BH, onde fui novamente no Frei Tuck. Infelizmente cheguei muito tarde de viagem e não encontrei ninguém, apenas o Claudinei, que me passou o recado do Marco da Falke (valeu Marco pelo kit degustação!). No dia seguinte antes de ir para o aeroporto passamos (eu e o Eduardo) novamente pelo Frei Tuck e encontramos o Luiz Flávio, dono do bar e bem gente fina. Espero voltar para BH com tempo para poder encontrar com o pessoal de lá!
Abraços!
Marco Zimmermann
Marcadores:
APA,
Carnaval,
Chopp Ilhéu,
Falke Bier,
Frei Tuck,
Opus 11,
Opus 13,
Porter
Assinar:
Postagens (Atom)
